Exirel®
Inseticida

Exirel®

Exirel® com base em ciantraniliprol atua por contacto e ingestão, ao nível do sistema nervoso dos insetos. Ativa os receptores de rianodina no sistema muscular dos insectos (IRAC MoA Grupo-28), estimulando a libertação descontrolada de cálcio, conduzindo ao esgotamento de reservas deste no interior das fibras musculares, o que provoca um desajuste na contracção muscular, seguido de paralisia. Os insectos cessam o seu movimento e a alimentação poucas horas após a aplicação de Exirel®, acabando por morrer em poucos dias.

Exirel® pode ser aplicado em qualquer estado vegetativo das culturas, quando do aparecimento das pragas. Monitorizar as populações dos insectos e realizar as aplicações quando seja atingido o nível económico de ataque.
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insectos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas.

Caracteristicas

Nº de Registro: 2243
Apresentação: 1L
Composição: 10,2% (p/p) de ciantraniliprol
Formulação: Suspo-emulsão (SE)
Classificação:
Uds./Embalagem: 10x1 L

Usos autorizados

Cultivo Problema Dose PS dias
Citrus Traça-do-limoeiro (Prays citri) 250-500 mL/ha 7
Citrus Mineira-das-folhas-dos-citrinos (Phyllocnistis citrella) 400-740 mL/ha 7
Citrus Afídeo-dos-citrinos (Aphis spiraecola e Afídeo-doalgodoeiro (Aphis gossypii); Tripe-Kelly-dos-citrinos (Pezothrips kellyanus) 740 mL/ha 7
Oliveira Traça-da-oliveira (Prays oleae) 200-350 mL/ha 14
Videira de vinificação Traça-dos-cachos (Lobesia botrana) 340 mL/ha 10

Recomendações para uso

Citrinos (toranjeira, laranjeira, limoeiro, lima, tangerineira (inclui clementina e híbridos):
Traça-do-limoeiro (Prays citri): Ao aparecimento da praga desde o desenvolvimento dos rebentos até ao início da emergência da inflorescência (BBCH 31-50). Volume de calda 300-2000 L/ha.
Mineira-das-folhas-dos-citrinos (Phyllocnistis citrella): Ao aparecimento da praga desde o desenvolvimento dos rebentos até ao início da emergência da inflorescência (BBCH 31-50). Volume de calda 300-1850 L/ha.
Afídeo-dos-citrinos (Aphis spiraecola e Afídeo-doalgodoeiro (Aphis gossypii): Ao aparecimento da praga, desde o início da rebentação (botões com ponta verde visível) até final da rebentação vegetativa (BBCH 09-39). Volume de calda 740-990 L/ha.
Tripe-Kelly-dos-citrinos (Pezothrips kellyanus): Ao aparecimento da praga, desde a emergência da inflorescência até início do desenvolvimento do fruto (BBCH
51-71) Não aplicar quando as abelhas e outros polinizadores estiverem ativos. Volume de calda 740-990 L/ha.
Máximo uma aplicação por cultura para a totalidade das finalidades. Aplicar uma vez em cada três anos, para proteção das águas subterrâneas.

Oliveira: Ao aparecimento da praga, desde a emergência da inflorescência até início do amadurecimento do fruto (BBCH 50-81). Se necessário repetir a aplicação decorrido um período mínimo de 7 dias. Volume de calda 700-1750 L/ha.
Máximo de duas aplicações. Aplicar uma vez em cada três anos, para proteção das águas subterrâneas. Não aplicar quando as abelhas e outros polinizadores estiverem ativos.

Videira (vinificação): Ao aparecimento da praga, desde o desenvolvimento dos cachos até ao amadurecimento dos bagos (BBCH 71-85). Volume de calda 700-1750 L/ha.
Máximo uma aplicação por ciclo cultural. Aplicar uma vez em cada três anos, para proteção das águas subterrâneas. Aplicação em banda na zona dos cachos. Não pulverizar o resto da canópia. Não aplicar em presença de infestantes em floração.